Retenção​ ​de​ ​talentos:​ ​como​ ​não​ ​perder​ ​os​ ​melhores profissionais​ ​para​ ​o​ ​exterior

19/12/2017
RH

Um dos principais desafios das lideranças empresariais, atualmente, é a gestão do capital humano. Valorizar e reconhecer todos os talentos que a organização concentra é uma tarefa complexa e, por vezes, deixada de lado. O capital humano é um dos ativos mais valiosos para uma organização. Os funcionários são os verdadeiros responsáveis pelo desempenho do negócio e devem ser tratados como protagonistas. Mas como motivar seus funcionários e reter os talentos dentro da empresa? Dica: um bom salário e benefícios não são o suficiente, como já falamos .Uma empresa que cria estratégias de valorização do capital humano</b> não só garante um time muito mais qualificado, como também <b>atrai os melhores candidatos - é aí que esse investimento cria <a href="http://jobs.revelo.com.br/blog/employer-branding/">employer branding Um novo desafio</h2>Nos últimos anos, porém, as empresas brasileiras vêm enfrentando um desafio ainda maior nesse sentido: muitos profissionais estão buscando se aventurar em <b>carreiras no exterior </b>(seja na mesma empresa ou em novas oportunidades). Entre 2011 e 2015, por exemplo, o número de Declarações de Saída Definitiva do país subiu cerca de 67% - isso significa que <b>os brasileiros estão indo para fora do país e permanecendo por lá</b>. Alguns governos já têm até investido em programas de <b>incentivo à imigração</b> de brasileiros para seus países - <a href="http://veja.abril.com.br/educacao/canada-busca-brasileiros-para-trabalhar-em-quebec/">como é o caso do Canadá</a>. Em 2015, representantes da cidade de Quebec visitaram o Brasil para divulgar e recrutar profissionais das <b>áreas de TI, engenharia e saúde</b>. Incentivo também feito pelo governo da Austrália, que busca por mão-de-obra qualificada nas mesmas áreas. Desse lado, o cenário político e econômico instável do Brasil, aliado ao alto custo de vida e insegurança nas ruas faz com que os profissionais enxerguem essas ofertas como uma saída de emergência à recessão. Daí surge a necessidade ainda maior das empresas criarem políticas de <b>valorização dos seus talentos</b>. Afinal, quando um colaborador se vê em um ambiente de crise econômica, o primeiro pensamento que vem à mente é o de corte de gastos e, portanto, de demissões. Essa é uma associação automática, não tem jeito!<h2>Mobilidade internacional</h2>Uma saída usada por algumas multinacionais é a possibilidade de enviar funcionários para um <b>intercâmbio</b> de até dois anos em seus escritórios do exterior. Associar a empresa à experiência de viver e trabalhar em outra cultura é um ganha-ganha: o funcionário sente-se valorizado, cresce profissionalmente e <b>a empresa consegue transferir os custos</b> para o país onde ele trabalha<b>.</b> E, neste momento de recessão da economia, essa transferência e a <b>preservação do funcionário</b> são de grande ganho para os dois lados! Em meio a tempos difíceis também, viver em outra nação, muitas vezes, supera o desejo por um aumento de salário no Brasil. Alguns funcionários, por exemplo, têm aceitado desembarcar em seus países de destino sem aumentos de benefícios ou remuneração - <b>daí a oportunidade para as empresas criarem vagas de trabalho remoto fora do país</b>. As vantagens do <i>home office</i> são <a href="http://jobs.revelo.com.br/blog/home-office/">muitas</a> e a certeza de se mudar para outro país com um emprego garantido é ainda melhor para o seu funcionário. Por fim, investir na retenção de talentos é uma estratégia empresarial que atinge o âmbito corporativo e também o econômico. Afinal, precisamos dessa geração de líderes <b>no Brasil</b> para promover as mudanças necessárias de <b>fortalecimento da economia nacional!</b>Agora que você sabe o porquê de investir em <b>estratégias de mobilidade internacional</b> para a sua empresa, que tal começar a usar a <a href="https://www.revelo.com.br/">Revelo</a> para facilitar <b>a atração desses talentos</b>?

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